Manutenção: Disjuntores

Conserto e Manutenção de disjuntores

Manutenção de disjuntores

Executamos manutenção disjuntores

Disjuntores são equipamentos destinados a interromper a corrente elétrica de um circuito, em condições normais ou anormais (subcorrente ou curto-circuito).

Tipos: Definimos um disjuntor pelo seu meio de extinção do arco elétrico. Qualquer que seja este meio deve-se analisar as seguintes situações: aumento rápido do arco elétrico, o resfriamento deste arco e o restabelecimento da rigidez dielétrica. Estes fatores são fundamentais para a definição do tipo do disjuntor, são eles: grande volume (gvo), de óleo, pequeno volume de óleo (pvo), sopro magnético, vácuo, e gás.

DISJUNTORES A ÓLEO:

São disjuntores que utilizam óleo isolante como elemento de extinção do arco elétrico, existem dois tipos de disjuntores a óleo, grande volume de óleo e pequeno volume de óleo, o que os diferencia são a quantidades do óleo utilizado, o tamanho físico e alguns detalhes construtivos.

DISJUNTORES Á SOPRO MAGNÉTICO:

São disjuntores que utilizam um campo magnético e ar comprimido, para a extinção do arco elétrico. Uma bobina é introduzida no caminho do arco e como conseqüência limita a corrente elétrica, formando um campo eletromagnético, que com a ajuda de um sopro de ar comprimido (conseguida através do acionamento de um pistão), direciona o arco para dentro de uma câmara de amianto (câmara corta arco), onde o mesmo é fracionado e extinto.

DISJUNTORES A VÁCUO:

São disjuntores que utilizam o vácuo para a extinção do arco elétrico. Podemos dizer que este sistema é um dos mais econômicos em função de: No vácuo não há decomposição de gases, e as câmaras hermeticamente fechadas sobre pressão eliminam o efeito do meio ambiente, mantendo dielétrico permanente. Sem a queima e sem as oxidações dos contatos é garantida uma resistência de contato baixa, prolongando a vida útil do equipamento. A câmara de extinção é um recipiente vedado de porcelana ou vidro vitrificado, com dois contatos internos que ao serem acionados fecham-se, auxiliado por dois foles. Não é possíveis a manutenção destes contatos, e a duração controlada deles é em torno de vinte anos ou trinta mil operações (dependendo do fabricante).

DISJUNTORES A GÁS:

São disjuntores que utilizam gás para extinção de arco elétrico. Geralmente este gás é o Hexafluoreto de Enxofre (SF6), um gás que em condições normais é altamente dielétrico, inerte, não inflamável, não tóxico e inodoro, isto torna o disjuntor mais eficaz, já que não há desgaste dos contatos, diminuindo, assim, os custos com manutenção. Outro ponto importante é com a característica dielétrica, o gás SF6 quando colocada em tubos sobre pressão diminui a distância entre as parte energizadas, compactando as estações.

ACIONAMENTO DOS DISJUNTORES:

Basicamente os disjuntores de media tensão são acionados por meio de molas. Nesse sistema existe um motor que se encarrega de comprimir a mola de ligar, deixando o disjuntor em condições de ser ligado, através do comando elétrico ou pelo ligar manual. Ao ligarmos o disjuntor a mola de ligar descarrega, fechando o disjuntor e carregando a mola de desligar, deixando a mesma tencionada e em condições de desligar o disjuntor, bastando para isto liberarmos sua trava (bico de papagaio), através do comando elétrico ou trip mecânico. Dessa forma todas as vezes que ligarmos um disjuntor, a mola de desligar se tencionará, deixando, portanto o disjuntor pronto para desligar. Já em alta tensão os disjuntores podem ter seus acionamentos através de mola, pneumático, hidráulico.

CONTROLE:

O disjuntor pode ser controlado de três maneiras distintas: manualmente, eletricamente e automaticamente. O controle manual mecânico feito no próprio disjuntor através do mecanismo de ligar ou desligar manual (devemos evitar este acionamento por questão de segurança). O desligar manual quando acionado, atua diretamente na trava de sustentação do bastão de acionamento, liberando em seguida e desligando o disjuntor. O controle manual elétrico é feito através de manopla ou botoeiras, podendo ser local (no cubículo ou próprio disjuntor), ou remoto (telecomando). O controle automático é realizado por relés de proteção. Uma vez operado o relé, teremos a energização da bobina de desligar, que por sua vez liberará a mola de desligar forçando a abertura do contato do disjuntor.

Garantia da manutenção de disjuntores

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